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Chaves codificadas
Não, mesmo que receba esta informação por uma parte qualquer, a mesma não é verdadeira, uma vez que uma empresa especializada tem condições de reproduzir exatamente a chave que foi perdida sem adulterar os códigos de fábrica do veículo. A chave deve ser produzida de modo que o veículo possa ser escaneado posteriormente e não possuir nenhum tipo de avaria e até mesmo não indicar que houve alteração, pois de fato, o banco de dados das chaves armazenado no carro estará inalterado.
Sim, qualquer chaveiro com conhecimento mecânico do sistema de fechamento do carro pode abrir o mesmo, visto que a codificação nada tem a ver com os mecanismos de abertura e fechamento do carro.
Não. Se o carro for realmente codificado o mesmo não pode ser ligado com ligação na parte elétrica, pois sua imobilização se dá de forma eletrônica.
Sim, é possível fazer, ou trazendo seu telecomando para dentro de um case paralelo, ou adaptando um case com placa de circuito da marca de alarme correspondente ao veículo, e ainda em alguns casos que o sistema permitir, fazendo uma cópia em um modelo mais moderno original da própria montadora.
O valor da chave codificada varia em torno de 1% a 2% do valor do carro.
Não é necessário. Podemos colocar um novo cilindro também original, mas com seu segredo mecânico trocado para o mesmo segredo da chave que já é do carro, trazendo uma grande economia de peças e serviços.
A luz de anomalia do code serve para indicar que tipo de problema pode estar ocorrendo. De acordo com a montadora e suas especificações, a luz pode estar acesa contínua, piscando intermitente, apagada total, entre outros. Cada tipo de informação indica um tipo de problema diferente para o técnico especializado. Em caso de pane, deve se informar para o chaveiro a situação desta luz a fim de receber uma melhor orientação da necessidade de guinchar ou não o veículo.
Não. Popularmente falando, muitos usuários acham que se o carro tem um sistema de abrir e fechar na própria chave o mesmo já é codificado, e não funciona assim. Existem muitos modelos de carro com chave até canivete que não são codificados. A maioria dos funcionários de uma concessionária (que não são da oficina) desconhecem a presença de transponder ou não nas chaves e para ter certeza desta informação somente falando com um chaveiro especializado ou diretamente com técnicos da oficina de uma concessionária.
Pega sim. A bateria serve somente para alimentar o telecomando da chave. O chip que tem na mesma é alimentado pela ignição do veículo quando colocado nela e se o carro for mais moderno com sistema start/stop pode não ligar direto no start (em caso de perder a bateria da chave), mas vale lembrar que nestes carros sempre tem um compartimento para inserir a chave, quase escondido geralmente, para emergências desta natureza. Se não souber onde fica, ligue para um chaveiro.
Para começar pode-se fazer as 9 perguntas acima para o mesmo e ver se tem coerência o que vai ser dito. Algumas dicas que geralmente ajudam é trabalhar com chaveiros que sejam conveniados com seguradoras ou concessionárias. Estes clientes são muito usados pelos chaveiros para adquirir experiência em carros mais modernos, a estrutura da empresa de chaves codificadas também mostra o volume de serviços feito pela empresa. Neste segmento quanto mais serviço, mais qualificado se torna o profissional em questão.
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